Home » Media » Missiologia: Vídeo 2 – Ed Renê Kivitz
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8 Responses so far.

  1. Patricia souza silva disse:

    Algumas coisas mostradas nessas palavras do Pr René kivits é meio contraditoria ,uma comunidade que vive unida ajudando uns aos outros vendo a nesseciades e caminhando junto ela se torna uma comunidade sadia ,limpa restituida mostrando assim que juntos somos mais fortes para vencer qualquer obstaculos.

  2. Quando o homem da maior prioridade às coisas daqui da terra,foge do propósito de Deus que é espiritual. Quando o homem estava no jardim havia paz,por que havia obediência, mas o pecado destruiu essa paz. Quando Deus expulsa do jardim, ele sai fazendo tudo conforme a sua vontade, mas a igreja tem que estar inserida na cidade para ser um instrumento de bênção para que possa trazer o homem de volta a presença de Deus. No capítulo 17 do evangelho de João a partir dos do versículo 14 a 18. Por tanto a igreja tem sim que estar presente na cidade.

  3. Levi Vieira disse:

    A reflexão do Pr. Ed Renê Kivitz me parece uma leitura bastante lúcida da realidade um tanto assustadora dessa nossa geração. É fato que estamos cada vez mais conectados na mesma proporção em que cada vez menos juntos, perto, ligados, acessíveis. Somos o povo de um país com um capitalismo deficitário, somado ao que há de pior no socialismo institucionalizado. O resultado disso é uma nação em crise, cheia de desigualdades sociais, inversão de valores morais, banalização família e do respeito e amor ao próximo.
    Toda essa turbulência tem se refletido na igreja. É hora de se levantar. É hora de conhecer mais profundamente a fé que processamos. É hora de deixarmos de ser guetos, e nos tornar o lugar que acolhe, que dialoga, que confronta com amor e ousadia. É hora de deixar o medo, e permitir que a verdade do evangelho seja luz, e ilumine tantas mentes oprimidas por verdades falsas, disformes e malignas. Busquemos na Palavra de Deus e no Espírito Santo, as ferramentas necessárias para os desafios que estão à porta.
    Que Deus nos abençoe!

  4. Lucas Fortunato disse:

    Muito importante a observação do Pastor em destacar que a igreja deve ser uma influência onde está, e ele menciona o contato no dia a dia com a comunidade e me faz concluir que estamos em um período em que as preocupações não é mais em ser uma influência na comunidade, pois as adaptações tem tomado o espaço onde de influenciadora estamos sendo influenciados pela comunidade.

  5. Vauexley Santos Simplicio de Souza disse:

    Muito interessante o conceito de cidade como o contraponto bíblico ao jardim do Éden, onde a cidade é uma tentativa humana de recuperar o jardim. e o que mais chamou atenção foi a excelente visão do Pr. Ed René Kivitz em observar o mundo no século XXI como o mundo da artificialidade, pois, a cada ano que passa o artificial vem substituindo o natural ao ponto do que aquilo que é artificial está se tornando natural, com isso, a igreja precisa com urgência abrir seus olhos para ser o espaço da humanização dentro da cidade, se preocupando em ser conceitual, dialogal e diaconal para que assim, seja relevante aonde ela estiver estabelecida.

  6. LUIZ RICARDO VIEIRA SANTOS disse:

    “`Eu discordo um pouco do pastor, principalmente quando ele fala que Deus incorporou o projeto do homem, no seu projeto da nova terra. Ao ouvi-lo me deu uma leve impressão de um Ateísmo Aberto pregado por ele.
    Mas concordo com o mesmo quando fala que a igreja precisa resgatar o que ser perdeu, e que Ela prega uma só verdade porém em muitas línguas.“`

  7. RAMILE SILVA PEREIRA disse:

    Interessante a forma como o pastor expõe o princípio de que a igreja precisa ser relacional – manter um relacionamento ativo com a comunidade na qual está inserida – pois, só a partir disso, poderá se tornar uma igreja relevante nesse espaço. Conheço algumas igrejas que exercem bem esse princípio e podemos ver diferenças significativas na comunidade e nas relações entre ambas. Estar aberta ao diálogo, independentemente de ideias convergentes ou divergentes, é uma tarefa para qual a igreja deve estar sempre pronta, pois, uma vez que esta esteja convicta sobre sua fé, nada a abalará. Por fim, num contexto social líquido e “coisificado”, as relações pessoais sólidas, fazem toda diferença e essa deve ser uma preocupação das nossas comunidades de fé.

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